sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Roadies do Jota Quest
http://www.youtube.com/watch?v=2wZ6lGSRh9k
Roadies do Jota Quest (Passagem de som em Brasilia):
http://www.youtube.com/watch?v=de1cjdk4RCQ
Roadie do PJ - Renato Tommaso
http://www.youtube.com/watch?v=zUZ-p40j3e4
Roadies do Rappa
http://www.youtube.com/watch?v=n4z0v_mXw5g
Roadies do Rappa (Montagem de Bateria):
http://www.youtube.com/watch?v=RZsEY8OLDbY
Roadies do Rappa (Montagem em Caratinga MG):
http://www.youtube.com/watch?v=Fa2fx_yPIns&feature=related
Roadies do Rappa (Passagem de som em São Luis, Maranhão):
http://www.youtube.com/watch?v=DZuSvzf9d_0&feature=related
Roadies do Rappa (D2, Lázaro Ramos e Humberto Gessinger):
http://www.youtube.com/watch?v=MwUihSJAovI
Roadies do Rappa (Backstage em Alegre ES):
http://www.youtube.com/watch?v=25XnR2EZaGc
Roadie do Rappa - Pato Rouco:
http://www.youtube.com/watch?v=j0iB1elDPaI
Dunlop TV
Dunlop TV - Adam Day, Guitar Tech for Slash
http://www.youtube.com/watch?v=xsUKtl9SgUM
Dunlop TV - McBob, Bass Tech for Duff McKagan
http://www.youtube.com/watch?v=4VN9vdwxw8M
Dunlop TV - Jason Baskin, Guitar Tech for Muse
http://www.youtube.com/watch?v=qFCD9jGlB74
Dunlop TV - Shane Goodwin, Bass Tech for Muse
http://www.youtube.com/watch?v=YSsE-skFkv4
Dunlop TV - Jerry Cantrell, Guitar Tech for Punk Rock Dave
http://www.youtube.com/watch?v=938N6aj_c08
Dunlop TV - Chinner Winstead, Guitar Tech for Mike Campbell
http://www.youtube.com/watch?v=hZ0gifhPA3g
Dunlop TV - Trace Foster, Guitar Tech for Joe Perry's
http://www.youtube.com/watch?v=lz20XxjSbnc
Dunlop TV - Marco Moir, Guitar Tech for Brad Whitford's
http://www.youtube.com/watch?v=WlP1_g3yjSs
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Entrevista com Roadies no Fanzine (TV Cultura)
http://www.youtube.com/watch?v=VLQ0FwHWw2k
Entrevista com Roadies no Fanzine (TV Cultura) Parte 02
http://www.youtube.com/watch?v=tOVMNR7wvW0
Entrevista com Roadies no Fanzine (TV Cultura) Parte 03
http://www.youtube.com/watch?v=NmGVkiouquQ
Entrevista com Roadies no Fanzine (TV Cultura) Parte 04
http://www.youtube.com/watch?v=6VRBc3GyG_4
Entrevista com Roadies no Fanzine (TV Cultura) Parte 05
http://www.youtube.com/watch?v=0DmXdmOLYd4
Roadies comentam assassinato de Dimebag
Esse é o resumo do depoimento de dois roadies que presenciaram o massacre no dia 08/12/2004, no Alrosa Vila em Ohio.
Naquela tarde tudo parecia normal, até que após a passagem de som, Jeff "Mayhem" Thompson (segurança do DAMAGEPLAN que acabou sendo morto no tiroteio), foi obrigado a expulsar do local um indivíduo que ali estava incomodando; entretanto no meio da música isso é praxe, e ninguém suspeitava que se tratava de alguém realmente perigoso. Logo após, um novo incidente, a caminhonete de Nathan Gale (o assassino) estava estacionada atrás do ônibus da banda e o proprietário foi advertido várias vezes pelo sistema de som da casa para que a tirasse de lá, sob pena de ser guinchada.
O show estava para começar, um dos roadies foi à direção do bar, quando de repente ouviram-se os primeiros tiros. Dimebag estava caído no chão e no palco notava-se um enorme tumulto. Ouvia-se o “feedback” da guitarra que havia caído junto com Dimebag Darrell. Imediatamente ele se moveu para o palco, agarrou Vinnie Paul (baterista do Damageplan e irmão de Dimebag) e o levou para um local seguro.
O outro roadie foi à última pessoa que conversou com Dimebag, e no momento dos tiros estava a poucos metros de distância. Gale entrou no palco pela direita e moveu-se em direção de Darrell. Ninguém da segurança conseguiu alcançá-lo, Gale desferiu pelo menos cinco tiros à queima-roupa no corpo do guitarrista, e um tiro final que atingiu a cabeça de Dimebag o levando ao chão. Segundo o roadie, Darrell morreu antes de cair ao chão, e nada e ninguém poderia salvá-lo naquele momento. Um ruído produzido pela guitarra ecoava pelo ambiente.
Após esse momento, o atirador ergueu a arma e apontou para um dos roadies, porém ele foi interceptado por "Mayhem" e Erin "Stoney" Halk, que estavam desarmados e arriscaram suas vidas na tentativa de impedir que aquela barbárie continuasse. Gale, que era ex-fuzileiro naval, trocou o pente de sua 9mm semi-automática e num piscar de olhos matou Mayhem e Erin Halk. Gale tinha uns cinco pentes de munições em seus bolsos. Com os seguranças mortos, o atirador recarregou a arma e continuou ferindo pessoas que ali estavam.
Nathan Bray, um fã da banda, subiu no palco e num ato heróico tentou reanimar Dimebag com massagens cardio-pulmonares. Acabou sendo atingido também pelo atirador e morreu heroicamente ao lado de seu ídolo.
Nesse momento foram vistos alguns policiais em posições defensivas dentro do clube, Gale pegou um refém na tentativa de escapar do local. Foi quando o policial James Niggemeyer que adentrou o clube pelos fundos, acertou Gale com um tiro fatal, sem ferir o refém. E assim a carnificina que durou poucos minutos chegou ao final, num dos dias mais tristes de toda a história do Heavy Metal.
Os roadies Jon e Tubbs que presenciaram essas cenas disseram que precisarão de um bom tempo para se recuperar de tal choque, porém não desistirão de suas profissões.
Máteria:
Oswaldo Gasser
Contéudo Retirado do Site:
http://whiplash.net/materias/news_927/021744-damageplan.html
Lemmy: Falando sobre sua vida como Roadie de Jimi Hendrix
Steve Appleford, da RollingStone.com, reporta: antes dele se tornar o legendário vocalista/baixista do MOTÖRHEAD, Lemmy Kilmister passou um tempo como roadie para o Jimi Hendrix no final dos anos 60, preparando as guitarras para suas explosivas performances – e catando os caquinhos das caixas destruídas após os shows. Em homenagem a nossa última edição fazendo uma crônica sobre os últimos dias e gravações perdidas de Hendrix, nos encontramos com Kilmister na SXSW, onde ele estava promovendo o documentário “Lemmy”, para um olhar no passado na época em que ele esteve com a lenda da guitarra.
Eu estava dormindo no chão da casa de Neville Chester [Roadie do Jimi Hendrix] – ele dividia um flat com Noel Redding, então sempre que eles precisavam de um par extra de mãos eu estava lá. Eu não consegui o serviço por ter talento ou qualquer coisa assim. Mas eu vi muito o Jimi tocar. Duas vezes por noite por uns três meses. Eu o vi tocar nos backstages também. Ele tinha uma guitarra Epiphone velha – era uma doze cordas encordoada como uma seis cordas – e ele costumava ficar de pé numa cadeira no backstage e tocá-la. Por que ele ficava em pé na cadeira, eu não sei.
Matéria: Nathália Plá
Contéudo Retirado do Site:
http://whiplash.net/materias/news_865/105238-motorhead.html
Rush: Documentário se concentrará nos Roadies
De acordo com um boletim no RushIsABand.com, a WhistleStop Productions está dando os últimos retoques em um documentário de cinco partes feito no verão deste ano durante a parte canadense da turnê "Snakes & Arrows" do Rush.
Intitulado "Backstage Secrets", a série foi feita em alta definição (High Definition) e audio 5.1 Surround com a permissão da banda. Cada episódio de uma hora segue vários membros da equipe do Rush durante um dia típico na estrada com a banda. Constam na série o diretor de iluminação do grupo Howard Ungerleider; técnicos de som Brad Madix e Brent Carpenter; técnicos de instrumentos Lorne Weaton, Bobby Huck, Tony Geranios e Russ Ryan; técnicos de vídeo David Davidian e Bob Larkin; e gerente de produção Craig Blazier.
"Backstage Secrets" vai ser transmitido em fevereiro em alta definição no Canadá - disponível via satélite pela Bell ExpressVu. Será também transmitido nos Estados Unidos pela Rave HD.
Matéria: Daniel Faria
Contéudo Retirado do Site:
http://whiplash.net/materias/news_892/067729-rush.html
RUSH S&A Tour - Concert Tech Documentary
http://www.youtube.com/watch?v=NdwOOuqV4xU
RUSH S&A Tour - Concert Tech Documentary - Part 2/6
http://www.youtube.com/watch?v=0MveirQQTZk
RUSH S&A Tour - Concert Tech Documentary - Part 3/6
http://www.youtube.com/watch?v=g8KABDvalYQ&feature=related
RUSH S&A Tour - Concert Tech Documentary - Part 4/6
http://www.youtube.com/watch?v=yDdpTyaDtyQ&feature=related
RUSH S&A Tour - Concert Tech Documentary - Part 5/6
http://www.youtube.com/watch?v=L2ic6BXHVDc&feature=related
RUSH S&A Tour - Concert Tech Documentary - Part 6/6
http://www.youtube.com/watch?v=jARl8rGEeIA&feature=related
Dicionário Técnico
MONITOR - Sistemas de caixas destinadas ou palco para retorno dos músicos e artistas.
BACK LINE - Esse nome se dar aos instrumentos, tipo bateria, percussão, estantes etc.
RAQUE - Caixa de madeira ou metal para acomodação de equipamentos em geral.
CASE - Caixa para proteção e transporte de equipamentos.
MAIN POWER - Sistema de energia.
AC - Corrente alternada.
SUB-SNAK - Multicabo pequeno.
MULTI-CABO - Um cabo com varia vias.
| XLR Originalmente uma marca registrada da ITT-Cannon para sua série de conectores circulares de três pinos, hoje um termo genérico designando o conector padrão para interconexões balanceadas analõgicas e digitais entre equipamento de áudio. |
| DI Box Direct Interface Box ou Direct Injection Box - Dispositivo utilizado para possibilitar a ligação de um instrumento musical eletrificado (guitarra, violão, baixo, etc) diretamente na entrada de uma mesa ou pré. O aparelho provê uma carga de alta impedância para o instrumento, de forma a não afetar sua sonoridade, e ao mesmo tempo uma saída balanceada, de baixa impedância e isolada por meio de um transformador. Existem DIs passivas, compostas apenas por um transformador e DIs ativas, com preamplificador alimentado por bateria ou phantom power. Algumas DIs possuem um atenuador na entrada para que possa receber o sinal de um amplificador de instrumento, balanceando a linha e enviando a uma entrada MIC ou LINE da mesa do PA ou estúdio. Outras tem incluso um circuito que simula o efeito da microfonação do falante de um amplificador de guitarra.
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Riders, Som e Luz, Plantas de Palco
de artistas Brasileiros.
http://www.paginadosom.com.br/gps/rider.php
Quando o Roadie não ajuda
E então o roadie pegou o carro do músico e foi passear... | |
Fim de show é seguramente o momento em que mais sentimos que o roadie valeu cada centavo. Depois de todo o cansaço de uma apresentação, é chatíssimo e muito desanimador ter que desmontar, conferir, carregar e guardar todo o equipamento.
De alguns anos para cá, passei a contratar roadies para a maioria das apresentações que faço, e confesso que a maioria de minhas experiências foi muito positiva, mas tive muitas bastante negativas também. Descreverei aqui algumas das experiências negativas vividas pelo guitarrista profissional Vagner Lucena, hoje na banda Zero Onze, e também uma experiência ruim que eu mesmo tive.
A Angels, antiga banda do Vagner, usava três roadies. Nenhum deles era profissional ou tinha experiência. Dois deles estudavam música. Os roadies 1 e 2 tocavam bateria. O roadie 3 não tocava instrumento algum, nem tinha sido roadie antes. A intenção era ensiná-los a profissão, e em troca a Angels teria roadies trabalhando bem alinhados com as necessidades da banda.
Os três queriam acumular experiência, e os que eram músicos aspirantes (sem emprego e sem atividades paralelas), podiam ter uma visão mais próxima e clara do aspecto do dia-a-dia numa banda de entretenimento, mesmo que ganhando pouco dinheiro.
O primeiro problema ocorreu durante um grande show, sábado, casa lotada, pista fervendo. O roadie 2 passou pelo Vagner pra resolver algum problema técnico. Na pressa de deixar o palco rapidamente, ele tropeçou no cabo da guitarra. O tranco fez com que o som fosse substituído por um ruído ensurdecedor que foi direto para os PAs, deixando o público bem apreensivo. O cabo havia destruído o jack do amplificador, quebrando-o por dentro.
A banda prosseguiu e terminou a entrada sem a guitarra. No intervalo, os músicos no desespero pegaram um amplificador no estúdio do baixista para poder salvar o resto da noite.
O chato é saber que se as conexões tivessem sido feitas com um pouco mais de cuidado, como, por exemplo, ter dado volta no cabo por baixo da alça do amplificador, provavelmente não haveria ocorrido dano algum ao equipamento.
Correr num palco também é outra coisa muito perigosa. Falta de experiência total e absoluta. Claro que o conserto ficou por conta do Vagner, já que o roadie não tinha a menor condição de arcar com o prejuízo.
Outra situação ruim foi numa festa de casamento. Durante a passagem de som da Angels o roadie 1 montou todo o palco e plugou o amplificador (110V) numa tomada 220V. Vagner subiu ao palco pra passar o som da guitarra e quando ligou o amplificador, advinha? Queimaram todas as saídas.
Ele sempre deixa junto aos equipamentos um “tester” pra medir a voltagem da tomada, tudo sob cuidado do roadie, mesmo assim isso aconteceu. O prejuízo mais uma vez ficou por conta do guitarrista.
A banda acabou pagando “curso de roadie" para os três meninos, mas infelizmente, por falta de gente que leve a profissão a sério, e um pouco de trauma, a banda e os músicos não contratam mais nenhum roadie.
Passei várias situações chatas com o roadie numa única apresentação com a banda Vodu no bar Manifesto. Contratei um roadie que havia sido indicado e parecia competente. Ele me encontraria em casa para me ajudar a carregar o carro. Meu carro ficaria completamente lotado com 2 pessoas e equipamento.
O roadie chegou em casa com a namorada. Esse foi o 1º transtorno. Ela foi junto no carro até o bar, deixando a condução bem complicada.
No bar, na passagem de som, o roadie ligou os cabos de guitarra da maneira errada. Tive que largar a guitarra e refazer toda a ligação. Perda de tempo, tensão, etc.
Terminada a passagem, demonstrei novamente como deveria ser tudo ligado na hora do show, e escrevi em papel todo o esquema de ligações de forma didática.
Na hora do show, a banda estava no palco, o público olhando, mas cadê o som da guitarra. O roadie ligou errado de novo. Tive que largar a guitarra e refazer eu mesmo as conexões.
O melhor ainda estava por vir. Terminado o show, pedi ao roadie para buscar no meu carro um acessório. Passados uns 30 minutos, nada do roadie reaparecer no bar. De repente, sua namorada veio até mim furiosa. O roadie havia desaparecido, e ela me confessou que ele havia saído por aí com meu carro pra dar umas voltas. Fiquei louco!
Ninguém atendia o celular do roadie, nada dele voltar, sua namorada chorando e eu querendo chamar a polícia.
Fui pra porta do bar com amigos e com a namorada do roadie. Uns 20 minutos mais tarde ele retornou. Não conseguiu explicar o absurdo que havia feito. Meu carro estava intacto, mas eu fiquei maluco e dispensei o roadie.
Hoje ainda chamo roadies para apresentações, mas faço o possível para treiná-los muito bem e sou muito mais criterioso quanto à escolha da pessoa.
Matéria: José Xinho Luís
Contéudo Retirado do Site:
http://www.territoriodamusica.com/guitarraseafins/?c=294
Direção de Shows
Popularmente no Brasil é muito comum utilizarmos a palavra show para designar a apresentação de uma banda. A simples execução de um repertório feito ao vivo por um ou mais músicos poderia ser considerada um show, mas não é tão simples assim.
Show – Palavra de origem Inglesa: mostra, exibição, espetáculo, demonstração.
Para a realização de um verdadeiro show, é muito importante que a apresentação seja previamente elaborada, ensaiada e que tenha uma direção de show.
DIREÇÃO DE SHOWS
Vamos começar falando sobre algo muito importante: a obra e seu criador.Não existe esse papo de dizer que tal compositor quis dizer isso ou aquilo. No processo de criação de uma obra há tantos detalhes presentes no inconsciente do artista que algo podemos garantir:
SOMENTE O AUTOR SABE O QUE REALMENTE ELE QUIS DIZER OU PASSAR PARA O MUNDO!
Sendo assim, todo e qualquer palpite não passa de interpretação individual de cada ouvinte ou espectador.Se quiser saber o significado de uma obra, pergunte diretamente para o autor.
É obrigação do diretor do show, tal como do produtor musical, enxugar o máximo de idéias do artista para desenvolver o tema, direção e detalhes muitas vezes invisíveis à primeira vista. Não adianta querer fazer uma banda de Punk Rock se movimentar como o corpo de um balé clássico, nem uma dupla sertaneja agir como malabaristas de circo só para fazer um show realmente diferente. Será no mínimo motivo de risadas e chacotas. Se esse não for o objetivo, é importante ouvir as idéias de todos na banda e chegar a um consenso para desenvolver uma boa direção de show, utilizando-se de princípios básicos como repertório e posicionamento em palco ou mergulhar no universo de infinitos detalhes como textos, maquiagem, iluminação, movimentação em palco, figurino, etc...
Quanto ao nome de uma turnê ou titulo de um show é comum que esse titulo tenha relação com uma idéia pré-concebida. A fonte dessa idéia pode ser um disco, o nome de algo ou lugar, uma frase que reflita um estado de espírito, etc.
A forma com que essa idéia interage com a performance da banda, a iluminação, a música, o público, o espaço físico e a seqüência de apresentação do repertório, em geral, são fatores importantes para se desenvolver a direção de um show.
A maneira de cada diretor de show trabalhar pode apresentar inúmeras variações e é importante saber que a definição de qualquer forma de expressão artística é sempre relativa e nem sempre desejável. No entanto, partindo-se de princípios didáticos, existem alguns pontos fundamentais que ajudam ilustrar de maneira mais clara as incríveis idéias de nossos artistas.Veja agora as dicas para um bom trabalho de direção:
1. Procure ensaiar a banda na mesma posição estabelecida para o show;
2. Ensaiar nunca é demais. Preparem-se para os imprevistos, eles certamente ocorrerão e são fatores que dão mais emoção;
3. Não bloqueie a criatividade. Primeiro visualize a idéia grandiosa e depois veja como ela poderá se enquadrar no orçamento disponível para a produção;
4. Ter estilo, forma e conteúdo;
5. Não queira fazer tudo sozinho. Se possível contrate, gere empregos, faça parcerias, contrate equipes especializadas em cada setor. Isso melhora a qualidade e facilita a cobrança de resultados;
6. Desenvolva uma pauta com metas, prazos e resultados;
7. Visite com antecedência, se possível, o local do show e verifique se as condições estão de acordo com suas expectativas. Desta forma haverá tempo hábil para eventuais mudanças;
8. Observe sempre se o local e o público são adequados ao perfil de sua banda;
9. A passagem de som (sound check) deve ser marcada com bastante antecedência. Uma boa passagem de som, na maior parte das vezes, é essencial para se ter um bom show;
10. Passagem de som não é ensaio. Os músicos devem saber todo o repertório sem errar.
11. Na passagem de som dê prioridade para a música mais “pesada” (instrumentação), a que tenha mais vocais e a mais “leve” (balada). Isso ajuda a regular os níveis de som;
12. Procure montar um repertório (set list) que leve em consideração possíveis movimentações, trocas de instrumentos, roupa, etc, e que possa ser alterado sem perder a identidade e unidade do show;
13. Na montagem do repertório, visualize graficamente os momentos de relaxamento e de ápice do show, deixando preparada uma música para o “bis” (encerramento);
14. Procure ter o melhor relacionamento possível com a equipe técnica. Eles são muito importantes para o bom desempenho do seu show;
15. Não se esqueça do kit para show: um bom mapa de palco, rider técnico e input list;
16. Mantenha sempre uma boa manutenção dos instrumentos;
17. Use sua criatividade, se adapte, modifique, seja versátil. A originalidade é um fator muito apreciado e útil para enfrentar imprevistos;
18. Não se esqueça que o público é importante coadjuvante para seu show.
Essas são algumas diretrizes para uma direção de show bem sucedida. Veja bem, não é preciso ter um orçamento de 1 milhão de dólares para começar a agir corretamente e fazer um bom trabalho. Não pense nas dificuldades, pense nas soluções, brinque, invente, mas tenha sempre bem claro em sua mente qual sua idéia e o motivo. Na próxima edição falaremos sobre dicas de como escolher um bom estúdio para gravar o primeiro CD.
“A imaginação é mais importante do que o conhecimento” – Albert Einstein
Máteria:
Rodrigo Simão
Contéudo Retirado do Site:
http://whiplash.net/materias/producao/000408.html